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VITAMINA A E PERDA AUDITIVA

RESTAURAÇÃO FONÊMICA


DISFASIA






          Atraso considerável de linguagem acompanhado de um atraso no desenolvimento. Existe, no entanto, uma considerável confusão nosológica. Entre alguns conceitos foi excolhido para este texto a seguinte “ criança que apresenta um distúrbio de integração da linguagem sem d sensorial oufonat´rio, mas que se comunica com dificuldade apesar de não haves retardo mental”.

          Aspectos de compreensão

          parecem compreender, mas só compreendem elementos concretos e familiares. Apresentam dificuldades com elementos em série, seguir ordens complexas, com a memória auditiva, ccom a sintemporalidade e causalidade.

          As crianças disfásicas apresentam dificuldades em organizar sua linguagem, usando frases curtas, independentes umas das outras e ditasna ordem em que o movimento do pensamento as suscita. A compreensão verbal é sempre melhor que a expressão oral.

          A percepção da fala, como a aquisição do sistema fonológico, é sempre muito lenta e incompleta havendo distorção de fonemas, omissões e imaturidades na diadococinesia (agilidade orofacial). Pode haver problemas na evocação de classes e categoriais que se traduzirá na expressão oral por interrupções constantes e por substituições de palavras. A nível sintático a evolução é muito lenta, com frases agramáticas que irão perdurar por muito tempo. O número médio de unidades por enuciado é sempre abaixo da média de outras crianças da mesma idade e o aumento do enunciado é feito lenta e gradualmente.



Fonte: Atraso de linguagem de Regina Jakubovicz.

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

O acidente vascular cerebral (acrônimo: AVC), ou acidente vascular encefálico (acrônimo: AVE), vulgarmente chamado de derrame cerebral, é caracterizado pela perda rápida de função neurológica, decorrente do entupimento (isquemia) ou rompimento (hemorragia) de vasos sanguíneos cerebrais. É uma doença de início súbito na qual o paciente pode apresentar paralisação ou dificuldade de movimentação dos membros de um mesmo lado do corpo, dificuldade na fala ou articulação das palavras e déficit visual súbito de uma parte do campo visual. Pode ainda evoluir com coma e outros sinais.




Trata-se de uma emergência médica que pode evoluir com sequelas ou morte, sendo a rápida chegada no hospital importante para a decisão terapêutica. No Brasil, a principal causa de morte são as doenças cardiovasculares (cerca de 1 a cada 3 casos), com o AVC representando cerca de 1/3 das mortes por doenças vasculares, principalmente em camadas sociais mais pobres e entre os mais idosos. É o problema neurológico mais comum em algumas partes do mundo gerando um dos mais elevados custos para as previdências sociais dos países.[1]



Dentre os principais fatores de risco para AVC estão: a idade avançada, hipertensão arterial (pressão alta), tabagismo, diabetes, colesterol elevado, acidente isquêmico transitório (AIT) prévio, estenose da válvula atrioventricular e fibrilação atrial.

LINGUA E LINGUAGEM

O termo língua refere-se a todo sistema de sinais que pode ser utilizado como meio de comunicação. A produção de uma mensagem lingüística consiste na realização vocal de uma seqüência de léxicos. O ritmo de aquisição das palavras varia entre as crianças. Algumas aprendem palavras novas seguindo um ritmo regular, enquanto outras passam por picos de aquisição. A aquisição de uma linguagem consiste em aprender a colocar em pratica os elementos que constitui a língua, bem como suas regras de combinação (PUYUELO et al., 2007).


A comunicação não ocorre a partir das primeiras palavras, está presente desde o nascimento, o recém-nascido busca a voz humana e demonstra prazer ao escutá-la. Durante os primeiros meses de vida os bebês são capazes de discriminar, de comparar e diferenciar entonações da fala de sua mãe e presta atenção, essas habilidades são referências que constituem a base da comunicação precoce. Por volta de um ano, começam as primeiras palavras do seu dia a dia. As crianças nesta faixa etária devem possuir cerca de cinqüenta palavras, sendo que podem ser desenvolvidas por volta dos dezoitos meses de idade em crianças atrasadas. Aos dezesseis e trinta e um meses, faz a utilização de enunciados sucessivos (mãe-linda-oi), utiliza duas palavras com conceitos formados previamente com dois enunciados (mamãe linda - mamãe vem, domina e utiliza com certa freqüência nome, verbo (bola-nenê), esta deve ter conhecimento simbólico, imitação diferida e diferenciação do eu e do resto (ZORZI, 2002).

No desenvolvimento da linguagem vários aspectos podem afeta-lá e/ou que refletir a interação mútua cognição e linguagem, segundo ao Comitê de Languagem Hearing Association, dentre eles:

Dificuldade de atenção e memória;

Inflexibilidade, impulsividade ou pensamento e maneira de agir desorganizadas;

Processamento inadequado de informação;

Dificuldade em processar informação abstrata;

Dificuldade em adquirir nova informação;

Processo não adequado para recuperar a informação armazenada;

Comportamento social não apropriado ou pouco convencional;

Alterações na velocidade do processamento da informação;

Lentificação na velocidade do processo de informação, assim como problemas de fluência verbal que podem afetar os termos de conversação, no inicio e no final de frases;

As dificuldades perceptivas podem conter problemas de interpretação das mudanças na expressão facial, o que pode influenciar nos processos de comunicação da criança com o ambiente;

As dificuldades na capacidade de raciocinar encerram, como para captar duplo sentido, o sarcasmo ou humor;

Os problemas de linguagem podem afetar a mesma situação de comunicação quanto à capacidade da criança para se situar em relação a um interlocutor e ao mesmo tempo o objeto da comunicação ou compreensão da linguagem(JAKUBOVICZ, 2002).

Conclui-se que a comunicação é a troca de informações e um fato social, todos os animais se comunicam somente os humanos possuem um código tão complexo como a linguagem, onde é usada para aspectos sociais, culturais, artísticos, científicos, é poesia e criação e às vezes necessárias para sobrevivência. O comportamento social tem por base as possibilidades de comunicação. Porém, aquelas pessoas com alterações de comunicação, seja por um atraso ou por uma patologia, terão dificuldades sociais e talvez emocionais, podendo criar sérios problemas pessoais.
 
REFERÊNCIA
JAKUBOVICZ, R. Atraso de linguagem: diagnóstico pela média dos valores da frase(MVF). Rio de Janeiro: Revinter, 2002.
PUYUELO, M. et al. Manual de Desenvolvimento e Alterações da Linguagem na Criança e no Adulto. Porto Alegre: Artmed, 2007.
ZORZI, J.L. A intervenção fonoaudiológica nas alterações da linguagem infantil.2ª. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.

ESTERÓIDES PODEM P REVENIR LESÕES COCLEARES

A prednisolona e a methilprednisolona ajudaram a limitar os danos cocleares causados pela síndrome da isquemia-reperfusão (síndrome causada pela reperfusão sanguinea depois de um período de isquemia causando dano celular) no cobaia e chinchila, após a administração intravenosa de ampla gama de doses antes do aparecimentto da isquemiqa. Parece que esses glicocorticóides exercem uma ação preventiva contra os danos cocleares agindo diretamente sobre as células ciliadas e não pelo aumento do fluxo sanguíneo no nível da cóclea. Além disso, no cobaia, os efeitos protetores dos glicocorticóides aparecem mais baixos nos tratamentos pós isquêmicos quando comparados aos pré isquêmicos.


A dexametasona, quando aplicada na janela redonda do coelho, previne as lesões cocleares causadas por isquemia transitória. Ela também mostrou efeitos protetores nas lesões cocleares induzidas por drogas ototóxicas variadas, em diferentes roedores. A disfunção das células ciliadas provocada por altas doses de cisplatina, uma substância antineoplásica, pôde ser impedida graças à injeção intratimpânica deste glicocorticóide no camundongo, minimizando a variação do limiar auditivo para determinadas frequências. A dexametasona também mostrou sua eficiência no cobaia contra os efeitos negativos de outra substância ototóxica, a kanamicina, um antibiótico usado contra as bactérias aeróbicas Gram-negativas.

Além disso, vários estudos experimentais realizados no rato mostraram que injeções intratimpânicas de dexametasona atenuavam as lesões cocleares induzidas por labirintites subsequentes às otites serosas graves. Normalmente, as lesões são limitadas à região basal da cóclea porque a membrana da janela redonda permite a passagem das tóxinas bacterianas da orelha média na perilinfa somente nessa parte da cóclea.



Fonte: Audilogy Infos

MASTIGAR PODE AJUDAR A PROTEGER A AUDIÇÃO

Segundo o pesquisador australiano Andrew Bell da Universidade Nacional da Austrália, a história da fisiologia auditiva poderia ajudar na compreensão dos mecanismos que permitem entender como o ouvido se protege dos sons de forte intensidade.


Sabe-se que quando exposto a um nível de ruído elevado, as articulações dos ossos da orelha média se contraem, mas que esse fenômeno explica somente uma redução de alguns decibéis enquanto que a diminuição observada pode chegar a 30 dB.

Andrew Bell propõe uma explicação complementar ao se contrair, os músculos da orelha média não somente bloqueiam os ossos, mas também aumentam a pressão pelo estribo na orelha na orelha interna e portanto nos líquidos cocleares.

Esse aumento de pressão permitiria à cóclea de melhor amortizar as vibrações sonoras. Surpreendentemente, essa ideia foi colocada no século XIX pelo médico George Gellé, mas logo abandonada, pois seus efeitos eram impossíveis de serem medidos com os meios da época.

Essa hipótese poderia ajudar na compreensão dos mecanismos da orelha interna e até facilitar a prevenção: mascar chiclete ou falar alto estariam entre os meios para proteger a orelha interna.



Fonte: Audiology Infos

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