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A AUDIOMETRIA NÃO IDENTIFICA COM SEGURANÇA AS ZONAS MORTAS NA CÓCLEA
Quando uma pessoa tem uma região morta em alguma área da membrana basilar, a vibração da mebrana basilar não é detectada e não há sinal oriundo dessa região para o cérebro. Se as CCI na parte basal da cóclea não forem funcionais, um tom de alta frequência não será detectado em sua área esperada na cóclea. No entanto, uum produzindo um pico de vibração em uma zona morta pode ser detectado em outra região que não está morta. Um tom de frequência alta pode ser detectado em um lugal não usual da cóclea, ou seja em um local normalmente dedicado às frequências baixas e médias. Isso é chamado escuta fora da frequência característica (off-frequency listening ou escuta fora do lugar off-place listening).
Os estudos mostram que mesmo que seja possível tem algum indício, não é possível identificar com certeza uma determinada zona morta, somente a partir da audiometria! No entanto, esses estudos têm mosstrado que se uma perda de audição para uma dada frequência é de 70 dB ou mais, há uma região morta nessa frequência. Quanto maior é a perda auditiva, maior é a probabilidade que a pessoa tenha uma zona morta.
Fonte: Audiology Infos
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